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Aos 67 anos, Lô Borges segue o curso natural da música do artista no álbum 'Rio da lua'

Publicada em 14/04/19 as 15:07h por Por Mauro Ferreira, G1 - 29 visualizações

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 (Foto: oão Diniz / Divulgação)

"Não quero descanso ainda / ... / Não tem sentido parar / Só falta mais um pedaço", dispara Lô Borges nos versos de Flecha certeira, uma das dez músicas inéditas que compõem o repertório do álbum Rio da lua, lançado pelo artista mineiro na última sexta-feira, 12 de abril.

Aos 67 anos, completados em janeiro deste ano de 2019, Salomão Borges Filho – Lô, para todos os amigos e admiradores do Clube da Esquina – segue o curso natural da música do artista em álbum que abre e firma a parceria do cantor e compositor das Geraes com o conterrâneo Nelson Angelo, autor das letras das dez músicas do disco.

O álbum Rio da lua celebra a caminhada com fé na chegada, como reitera Foto 3x4, flash das boas vibrações que permeiam todo o repertório.

Com edição em CD já no forno da gravadora Deck, Rio da lua chega carregado de boas novas, como enfatiza Lô no refrão de Em outras canções, single que anunciou em 22 de março a edição deste primeiro álbum de inéditas do artista desde Horizonte vertical (2011), disco lançado há oito anos.

É pessoalmente significativo para Lô e Angelo que essas boas novas de Rio da lua selem, mais do que parceria, uma amizade que demorou a se estabelecer pelo movimento natural dos barcos.

É que, há cerca de 50 anos, os artistas formaram duas pontas de triângulo amoroso que tinha a cantora Joyce Moreno como terceiro vértice. A questão afetiva forçou afastamento que durou mais de 40 anos. Por iniciativa de Lô, a proximidade somente aconteceu recentemente.

"Convidei o Nelson para um show meu e, para minha surpresa, uma semana depois ele me mandou (a letra de) Partimos por e-mail, que musiquei, e depois começou a enviar várias letras por Whatsapp. O que era para ser uma canção acabou virando as dez que formam todo o repertório de Rio da lua", relata Lô no texto de apresentação do disco.

Com melodia influenciada pela MPB, Partimos é – na ordem do álbum – a sétima das dez músicas de repertório em que Lô jamais procura impressionar ou soar moderno.

Lô Borges abre e firma parceria com Nelson Angelo no primeiro disco de músicas inéditas em oito anos — Foto: João Diniz / DivulgaçãoLô Borges abre e firma parceria com Nelson Angelo no primeiro disco de músicas inéditas em oito anos — Foto: João Diniz / Divulgação

Emerge de Rio da lua o mesmo Lô de sempre, ainda que haja uma maior fluência pop na melodia de composições como Além do tempo e a bela música-título – o que se alinha com o acabamento de arranjos em que o toque leve da guitarra toma espaço do violão. A propósito: Rio da lua, a canção, celebra a torrente de paixão que arrasta águas e move o Homem no rio caudaloso da vida.

Apesar de uma das dez músicas se chamar Inusitada, nada efetivamente surpreende neste disco em que Lô inverteu o habitual processo de criação das composições ao pôr música nos versos de Nelson Angelo em vez de criar melodias que, depois, ganhariam letras dos parceiros. E isso é elogio. A essência do compositor é preservada entre eventuais acordes inusuais.

Mantendo o pique melódico do compositor, as canções Antes do tempo, No caminho e Profeta completam o arco de positividade em torno do qual gravita este disco cheio de boas novas do incansável Lô Borges.






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